Ia começar aqui a contar umas coisadas quaisquer, mas entretanto bateu-me aqui no cocoruto uma ideia, e perguntam voçes, “e que ideia tiveste tu agora? oh sábio mestre que tanto nos tens ensinado sobre tanta e tanta coisada”. Ora ainda bem que me fazem essa pergunta. Não que tenha alterado nada, porque já me esqueci do que ia para escrever e portanto agora, cá vai disto…
A ideia é a de que, basicamente, medimos a nossa evolução, enquanto Homens, pela distância que vamos criando entre nós e a natureza.
E ripostam voçês, “mas e dentro dos ensinamentos, do nosso generoso e sapiente e misericordioso e grande mestre, sobre a roda e as voltas ou a teoria do circulo, supostamente no topo da evolução, deveriamos voltar ao inicio, e consequentemente estarmos de regresso e em comunhão com a natureza?”. Ora cá está mais uma pergunta interessante, e de que eu não me lembraria. Estais inspirados… (adoro ver/sentir num peito o respirar… entra… sai… pois, inspira… e transpira… ai, ai)…
Onde ia eu… exactamente… e então a suprema arrogância de que compreendemos e conseguimos “fazer” a natureza melhor do que ela é… parece-me que quando finalmente formos evoluidos e estivermos preparados para voltar à comunhão com a natureza… já não sobra nada… não sei se era isto que ia dizer, mas entretanto “perdi-me” aqui a pensar noutras naturalezas
CD