A avó esquila andava meia desaparecida, parecia que andava em baixo, a pomada não estaria a fazer o efeito que devia.
Pataneca, filha da avó esquila, decide mandar a filha, Luribénia, investigar, que é como quem diz, ir ver se a avó estava bem. Mas para ter muito cuidado com os castores.
E lá vai a esquila Luribénia, pela estrada fora, a cantar…
“Lá-lá-lá vou ver a minha avá,
Lé-lé-lé eu vou a pé,
Li-li-li tenho de fazer [piiiiiii],
Ló-ló-ló ela tem um pópó,
Lu-lu-lu vi um sapo e ele estava nu….”
Quando encontra um animal, que ela desconfiava ser um castor, mas que ela não podia ter a certeza, pois nunca tinha visto nenhum. Que lhe…
[A Luribénia amanda-lhe com o cestinho nas trombas]
O Animal meio estrebunhado diz-lhe:
- Dass… isso foi porquê?
- Eu sei a estória do “Capuchinho Vermelho”!
- E eu sou algum lobo!?
- Não, mas eu vi num filme que na duvida é porque é!
- Pois eu sou o Calimero.
- Eu sou a Luribénia.
- Prontos, agora já nos conhecemos… O que fazes e para onde vais…
- Lá-lá-lá vou ver a minha avá.
- E isso é longe?
- Não, fica naquela arvore no cimo do monte depois da pedra grande…
- Que idade tens?
- 21… (nos esuilos a idade mede-se em meses)
E disseram mais umas coisadas, que não interessam nada. E foram cada um à sua vida… indo Luribénia, pela estrada fora, a cantar…
“Lá-lá-lá vou ver a minha avá,
Lé-lé-lé eu vou a pé,
Li-li-li tenho de fazer [piiiiiii],
Ló-ló-ló ela tem um pópó,
Lu-lu-lu vi um sapo e ele estava nu….”
Chega a casa da avó, vai para bater na porta, mas esta abre-se… Luribénnia entra, e tropeça no tapete à entrada.
Ouve-se do fundo da casa, do quarto da avó:
- Luribénia, és tu minha filha?
- Mãe!? – responde Luribénia.
- Não, sou eu a tua avó.
- Trago um cestinho cheio de coisas boas para ti avó.
- Deixa ai na cozinha, que eu estou ocupada aqui a descascar um castor e tu és muito nova para ver isto. Esta semana já é o segundo.
Luribénia, pousa o cestinho na banca da cozinha, despede-se da avó e vai volta para casa, a contar à mãe que a avó estava bem. Repara à saida que o tapete é uma bela pele de castor.
E lá vai a esquila Luribénia, pela estrada fora, a cantar…
“Lá-lá-lá …”
voçês sabem o resto
CD