Arquivo de Janeiro, 2008

O erotismo do circulo

Janeiro 24, 2008

Desta vez começo pelo titulo, ou melhor, por explicar o titulo. Era mais adequado se fosse, o erotismo do redondo, quiçá das partes redondas, era mais verdade pelo menos, talvez até mais adequado ao que estou a pensar dizer, mas não ficava tão bem.
A verdade é que as coisas mais belas são Naturamente arredondadas, alguém já deve estar a pensar que estou para aqui a pensar em mamocas… pois estou, mas não só.
É verdade que (na minha opinião) a mulher “deve” ser arredondada, de notar a diferença, eu não disse que a mulher devia ser redonda.
Mas isto vem a propósito do quê? Porque eu ando para aqui há uns tempos a tentar escrever dois posts: “Moinho”, e “O farol”. Só que nunca mais me sai um raio de uma ideia acerca disso.
Que é como quem diz, sair até sai, mas não as consigo apanhar a tempo de aqui as colocar…
Nem precisavam de ser de jeito, mas a coisa rola e rola, mas nunca mais rebola.
Acerca do arredondado e da sua razão de ser para aqui… é mais forte do que eu… maminhas.

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Reservado

Janeiro 23, 2008

Segui a estrada do costume, estacionei no lugar do costume, lá estava ele, à minha espera… como de costume, entrei no local do costume, comprimento como de costume o empregado do costume, recebo em resposta o cumprimento do costume, dirijo-me à mesa do costume e…
Mas afinal o que raio fazia ali aquela criatura?
Começo a ter suores frios, o meu coração dispara, todo o meu corpo abana… estou nervoso, aquilo não era costume…
Eu aguento, sento-me, como se nada se passasse… Pouco depois de me sentar, a minha bebida do costume estava à minha frente. Dou um trago, desta vez, mais longo que de costume, até porque ali nada estava como de costume.
Faltava ali algo, e ao mesmo tempo estava ali alguém a mais. Ainda tentava perceber.
As suas mãos começam a percorrer-me a perna, isso era costume, não ali mas vá lá… num sussurro, a sua voz rouca, deixa-me com a excitação do costume, o que me disse… matou-me.

CD

Os # porquinhos…

Janeiro 22, 2008

Lembrei-me desta (que encontrei aqui)

Uma professora da 1ª classe decidiu contar a história dos três porquinhos.
Foi contando até que chegou à parte em que os porquinhos tentavam angariar materiais para construir as suas casas.
Diz ela:
- E então…, o primeiro porquinho chegou-se ao pé do agricultor que transportava fardos de palha e perguntou:
“O Sr. não se importa de me ceder um pouco da sua palha para construir a minha nova casa?
Depois, virando-se para os alunos, perguntou:
- E o que acham vocês que o homem disse?
Respondeu logo uma das criancinhas:
- Deve ter dito: “Foooda-se! Um porco que fala!”

Esquilos Life V

Janeiro 16, 2008

A avó esquila andava meia desaparecida, parecia que andava em baixo, a pomada não estaria a fazer o efeito que devia.
Pataneca, filha da avó esquila, decide mandar a filha, Luribénia, investigar, que é como quem diz, ir ver se a avó estava bem. Mas para ter muito cuidado com os castores.
E lá vai a esquila Luribénia, pela estrada fora, a cantar…

“Lá-lá-lá vou ver a minha avá,
Lé-lé-lé eu vou a pé,
Li-li-li tenho de fazer [piiiiiii],
Ló-ló-ló ela tem um pópó,
Lu-lu-lu vi um sapo e ele estava nu….”

Quando encontra um animal, que ela desconfiava ser um castor, mas que ela não podia ter a certeza, pois nunca tinha visto nenhum. Que lhe…
[A Luribénia amanda-lhe com o cestinho nas trombas]
O Animal meio estrebunhado diz-lhe:
- Dass… isso foi porquê?
- Eu sei a estória do “Capuchinho Vermelho”!
- E eu sou algum lobo!?
- Não, mas eu vi num filme que na duvida é porque é!
- Pois eu sou o Calimero.
- Eu sou a Luribénia.
- Prontos, agora já nos conhecemos… O que fazes e para onde vais…
- Lá-lá-lá vou ver a minha avá.
- E isso é longe?
- Não, fica naquela arvore no cimo do monte depois da pedra grande…
- Que idade tens?
- 21… (nos esuilos a idade mede-se em meses)
E disseram mais umas coisadas, que não interessam nada. E foram cada um à sua vida… indo Luribénia, pela estrada fora, a cantar…

“Lá-lá-lá vou ver a minha avá,
Lé-lé-lé eu vou a pé,
Li-li-li tenho de fazer [piiiiiii],
Ló-ló-ló ela tem um pópó,
Lu-lu-lu vi um sapo e ele estava nu….”

Chega a casa da avó, vai para bater na porta, mas esta abre-se… Luribénnia entra, e tropeça no tapete à entrada.
Ouve-se do fundo da casa, do quarto da avó:
- Luribénia, és tu minha filha?
- Mãe!? – responde Luribénia.
- Não, sou eu a tua avó.
- Trago um cestinho cheio de coisas boas para ti avó.
- Deixa ai na cozinha, que eu estou ocupada aqui a descascar um castor e tu és muito nova para ver isto. Esta semana já é o segundo.
Luribénia, pousa o cestinho na banca da cozinha, despede-se da avó e vai volta para casa, a contar à mãe que a avó estava bem. Repara à saida que o tapete é uma bela pele de castor.
E lá vai a esquila Luribénia, pela estrada fora, a cantar…

“Lá-lá-lá …”
voçês sabem o resto

CD

Na praia

Janeiro 16, 2008

Echa e Muycha rodavam calhaus, por todo o lado os havia, e eles estavam a detestar. Embora andem sempre atarefados, a verdade é que estes nossos amigos não gostam de nada.
Basicamente gostam de não fazer nada, mas como não sabem estar parados, nunca fazem isso, talvez por isso digam que gostam de fazer nada, nunca fizeram isso… perceberam? Eu também não, que se há de fazer… são chatos.
Andavam a construir castelos, e estava a ficar bem giro… escolheram a entrada da selva para o fazer. Ali mesmo, depois de passarmos os montes redondinhos como cupulas de uma qualquer mesquita, com aquelas bicos pontiagudos e tudo.
À entrada havia um pequeno lago, que tentaram alargar para fazer um fosso, mas não conseguiram. São persistentes, mas no sentido de chatos…

praia.png

A

Sem comentários

Janeiro 16, 2008

Pesquisa:

“dá para perceber se eu ja dei o cu”

A minha resposta:
Depende, alguém uma vez me disse que a Mulher, depois de já ter tido relações, (agora aqui não tenho a certeza) deixa de (ou passa a) fazer a dobra no fundo do rabo, onde ele se junta com a perna. Mas são teorias, que não confirmei…

CD