Branquinha gostava da sua vida pacata, apreciava todos os momentos de paz e era pouco dada a sensações fortes. Gostava do sair de manhã pela fresca com o resto da familia e juntos repetirem as mesmas coisas que sempre assim aconteciam, dia após dia desde que sempre para ali se conheceram.
Apreciava o passeio a caminho dos montes onde à laia de festa ao Emigrante em Agosto os esperava um grande repasto, era uma grande festa, o sol, a brisa, as plantas a dançar desde a relva aos plátanos todos a bailar ao som da musica dos passarinhos e a banda dos grilos e das cigarras.
Podia-se dizer que a sua vida era feliz quase sempre, quase, porque duas vezes por ano dáva-lhe a paranoia como a todas as mulheres e começava a gritar que nada tinha para vestir e que preferia morrer, só se controlando às palavras sábias de seu pai, quando este lhe dizia: Méééééééééééééééééééééééééééééééééééé
CD
Agosto 18, 2009 ás 1:01 pm
lol, lol, lol…
Agosto 18, 2009 ás 3:21 pm
Tinha saudades sabes?!
Beijo grande!
Agosto 18, 2009 ás 7:26 pm
gostei.
simples, curto e suave.
abraço migo.