Estranho Estado

Era para por a ideia deste post, no anterior, mas a estória ficou muito grande e por isso, passei para este.
Resumindo o que disse no post anterior, ao sair da auto estrada (AE), fui mandado para pela Brigada de Transito da GNR. Deu a ideia aos guardas, que terminei a ultrapassagem que vinha a fazer e sai da AE, numa unica manobra. O que a ser assim, seria uma manobra “muito” perigosa. Se assim fosse, seria, mas como expliquei no post anterior, não foi.
E no final o Guarda também concordou, foi uma manobra no limite do razoável, mas adiante.
O que me deixou estupefacto, foi a correcção com que todo o assunto foi tratado, já por diversas tive interacções com agentes da autoridade, e começo a ter dificuldade em defender animosidade para com os agentes da autoridade.
Pior, no outro dia tive de ir pagar umas coisas nas Finanças e fui bem atendido. Quando perguntei qualquer coisa deram-me as indicações correctas, ainda tive de ir a dois lados, mas a coisa não me pareceu descabida e as três pessoas com quem acabei por interagir foram de uma cordialidade muito boa. Pareciam satizfeitas por estarem ali. Estavamos em cima da hora de fecho e mesmo assim fui bem atendido.
Começo a ficar lixado com isto. Eu sei que ainda falta muita coisa, mas começo a ficar bem impressionado com o estado do nosso Estado.
O que me deixa lixado, afinal aprendi a confiar que o Estado era uma coisa que sempre podiamos confiar que funcionava mal. Havia coisa melhor que ir às finanças e ser tão mal atendido que já sabiamos que a partir dali a nossa semana só podia melhorar. Quem diz as finanças diz qualquer outro serviço do estado, centros de saude, camaras municipais, etc.
Assim é estranho, as coisas parecem bem encaminhadas o que é bom, mas estranho.

CD

3 Respostas to “Estranho Estado”

  1. Fontez Says:

    Caríssimo, bem vindo a Portugal!
    lolol

  2. topept Says:

    É como a história das rotundas quem tem prioridade quem circula por dentro ou por fora?

  3. cdesag Says:

    As leis não tem solução para tudo, aliás só são tão necessárias porque o civismo e o repeito pelo próximo não “funcionam”. Numa sociedade civilizada as leis não são necessárias.

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