Algodres

Acredito que seja uma terra bonita, que eu não conheço pessoalmente, apenas sei o que ouvi falar. Em 1345, mais coisa menos coisa, foi quando esta estória se passou. Podem não acreditar, mas naquela altura também existiam estórias de amor. Nem mais nem menos bonitas que agora, apenas com o mesmo amor, não os mesmos amores.
Podem não parecer grande coisa, afinal no fim não havia festas como agora, dessas, das outras é claro que sim. E embora possamos ser levados a pensar que algumas coisas seriam mais dificeis, afinal até eu, sem água quente acho que me veria à rasca. Mas o amor é algo muito forte, e neste caso, é esse o caso.
Mariazinha era uma rapariga que naquele lugar parecia desenquadrada, a sua pele era de uma brancura, que mesmo assim era meia cinzenta (o tal problema da água quente), sendo que era conhecida por branca de neve. Penso que deve ter nascido ali a lenda, pois em 1345 poucos eram o que sabiam ler e mesmo a estória da tal talvez até nem estivesse escrita ainda.
Mas vamos lá ao que interessa, na altura (é provável que a realidade actual não corresponda, mas o planeta está sempre em evolução, e coisa e tal)… na altura a aldeia era rodeada por uns montes, com uma floresta densa, que muito jeito dava, até para irem à lenha, não que fosse isso o que mais lá se passava… isso mesmo, ou isso também.
Mariazinha, ou Branca de Quase Neve, andava muito pelo bosque dizia-se que tinha visto lá Dom Alfredo Madeireiro de Oliveirinha Reguinga, Amor para alguns (algumas, que em Algodres não havia confusões, ou quase).
Para terminar a estória e ir de encontro áquilo que voçes querem, eu sei que sim, Dom Amor era uma pessoa bruta, julga-se que foi com ele que se teve aquela ideia de no Amor e no Guerra vale tudo, o Guerra era o talhante… A verdade é que depois daquela manhã de nevoeiro, em que aquele cavalo de ferro chegou à aldeia a coisa nunca mais foi a mesma.
Marizainha apanhou-o (o cavalo de ferro) e foi à procura de um amor, que não o fosse apenas de nome.

CD

Pois, para aqueles que queriam cenas de sexo, no bosque, consultem os manuais nas páginas 32, 56, 87 e novamente a 32.

2 Respostas to “Algodres”

  1. Marta Says:

    Não consigo encontrar a página 32 :S
    Parece que até era a mais interessante… ohhh pá!!! Assim não tá certo!!!

    (D. AMOR… mais uma das tuas pérolas, BRILHANTE!)
    Será que a Marizainha sabia que no Amor e no Guerra valia tudo??? hum??? Ainda bem que foi no comb… ops… cavalo de ferro)

  2. cdesag Says:

    A página 32 é basicamente a 93 ao contrário, mas sem a perna enrolada, deve ficar alinhada na horizontal pelo metodo glibaru.

    O cavalo de ferro, foram as duas noitadas de “casa na pradaria”….

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