O jacto e o coiso (ou mutatis-mutantis)

Andava ele a passear mas a coisa de tão cheia já lhe começava a pesar e até lhe prejudicava a visão. À ida, repara num local que lhe parece adequado, mas ainda não estava na altura, decide ir fazer o que tinha planeado, não que isto não estivesse na sua lista de afazeres, mas agora ainda estava a fazer a digestão… por isso segue.
De qualquer modo a ideia não lhe saiu da cabeça… em casa também era uma possibilidade, já o fizera antes, e concerteza voltaria a faze-lo, com a naturalidade daquelas coisas… que são… naturais…
Quem os tem, tem de lhes tratar da manutenção, e embora ter alguém que o faça até possa ser melhor, ele de tempos a tempos gosta de o fazer com as suas proprias mãos, até para controlar o “estado” do coiso.
À vinda estava decidido, faz o pisca e sai da estrada, iria ser ali, não ia adiar mais a coisa…

Depois de algumas voltas… de muito esfreganço… de muito para cima e para baixo… para os lados… a coisa lá saiu… tinha os braços num estado deploravel… doridos… quase nem os sentia… mas por fim, e com aquele jacto final… até brilhava.

CD

2 Respostas to “O jacto e o coiso (ou mutatis-mutantis)”

  1. Marta Says:

    LOL😀
    nada como um carro lavadinho!

  2. cdesag Says:

    Tu sabes muito… sabes, sabes😉

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