Sempre a despir

Branquinha gostava da sua vida pacata, apreciava todos os momentos de paz e era pouco dada a sensações fortes. Gostava do sair de manhã pela fresca com o resto da familia e juntos repetirem as mesmas coisas que sempre assim aconteciam, dia após dia desde que sempre para ali se conheceram.

Apreciava o passeio a caminho dos montes onde à laia de festa ao Emigrante em Agosto os esperava um grande repasto, era uma grande festa, o sol, a brisa, as plantas a dançar desde a relva aos plátanos todos a bailar ao som da musica dos passarinhos e a banda dos grilos e das cigarras.

Podia-se dizer que a sua vida era feliz quase sempre, quase, porque duas vezes por ano dáva-lhe a paranoia como a todas as mulheres e começava a gritar que nada tinha para vestir e que preferia morrer, só se controlando às palavras sábias de seu pai, quando este lhe dizia: Méééééééééééééééééééééééééééééééééééé

CD

3 Respostas to “Sempre a despir”

  1. Cris Says:

    lol, lol, lol…

  2. marta Says:

    Tinha saudades sabes?!😉

    Beijo grande!

  3. fontez Says:

    gostei.
    simples, curto e suave.

    abraço migo.

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